Médica Psiquiatra · São Paulo & Online
Psiquiatria de adultos com rigor clínico e cuidado personalizado
CRM SP 164868 | RQE 64704
Acompanhamento psiquiátrico individualizado, fundamentado em evidências e construído em parceria com cada paciente. Consultório no Brooklin, São Paulo, ou teleconsulta.
São Paulo & Online
Psiquiatria de adultos
com rigor
clínico e
cuidado
personalizado
Médica Psiquiatra
CRM SP 164868 | RQE 64704
Acompanhamento psiquiátrico individualizado, fundamentado em evidências e construído em parceria com cada paciente. Consultório no Brooklin, São Paulo, ou teleconsulta.
Como posso ajudar você
Atuo em psiquiatria do adulto há mais de dez anos, com abordagem ampla e fundamentada na psiquiatria geral. Os diagnósticos abaixo refletem as demandas mais frequentes na prática clínica, sem restringir o cuidado às múltiplas apresentações em saúde mental.
Ansiedade
Quando a mente não desacelera, o corpo sente.
A ansiedade pode causar preocupações constantes, insônia, irritabilidade e dificuldades para se concentrar. Aqui, você encontra um tratamento individualizado, baseado em evidências, que ajuda a reduzir os sintomas e recuperar sua tranquilidade.
Depressão
Cansaço emocional, falta de energia e perda do prazer de viver merecem atenção e acolhimento.
O tratamento psiquiátrico adequado, com acompanhamento cuidadoso e decisões compartilhadas, ajuda a reconstruir o bem-estar, a autoestima e a esperança.
Transtorno por uso de substâncias
O uso frequente de álcool, medicamentos ou outras substâncias pode surgir como uma tentativa de aliviar dores, preencher vazios ou dar uma pausa na mente. Com o tempo, porém, esse alívio aparente pode se transformar em um ciclo difícil de quebrar, trazendo culpas, conflitos e afastando você de quem deseja ser.
Estresse e burnout
Exaustão não é fraqueza. Ela é um sinal de que seu corpo e sua mente precisam de cuidado.
O estresse constante e a sobrecarga de responsabilidades podem levar ao esgotamento emocional, impactando sono, concentração, humor, produtividade e relacionamentos. Aprenda a estabelecer limites saudáveis e reconstruir o equilíbrio entre vida pessoal e profissional.
TDAH
Dificuldade de foco, desorganização e impulsividade podem afetar a rotina mas há caminhos eficazes para lidar com isso.
O tratamento inclui avaliação detalhada, estratégias práticas para o dia a dia e, quando indicado, o uso de medicamento. O objetivo é melhorar o desempenho, a autoestima e a qualidade de vida.
Transtorno do espectro autista (TEA)
O TEA em adultos pode aparecer de forma sutil — como sensibilidade sensorial, dificuldade social e busca por rotinas. Muitas vezes passa despercebido, e o diagnóstico tardio traz alívio e compreensão. Com avaliação adequada e ajustes no dia a dia, é possível reduzir o estresse, melhorar relações e ampliar a qualidade de vida.
Dra. Erica Maia Alvarez
Erica é médica formada pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) desde 2013, com residência em Psiquiatria no Bairral, o maior complexo psiquiátrico da América Latina, onde obteve seu registro de especialista na área (CRM SP 164868 | RQE 64704).
Seu estudo complementar inclui cursos pelo Instituto de Psiquiatria da USP, como Terapia Cognitivo-Comportamental e Psicofarmacologia Avançada. Além disso, concluiu um MBA Executivo em Administração em Saúde pela FGV e atualmente está cursando pós-graduação lato sensu em Direito e Saúde pelo Einstein.
Com ampla experiência em diversos campos da saúde, tanto no cuidado direto ao paciente quanto na gestão de serviços de saúde, sua atuação se fundamenta na busca contínua por um equilíbrio seguro nas relações entre pacientes, profissionais de saúde e instituições. Seu trabalho é guiado pelo comprometimento com os aspectos éticos e legais da prática médica e por uma visão integrada do ecossistema da saúde.
Seu objetivo é proporcionar uma assistência cuidadosa e personalizada, que considera todas as dimensões do ser humano, focando essencialmente no cuidado da pessoa em sofrimento.
Na vida pessoal, Erica é entusiasta da música, da dança e da poesia. É casada, mãe de pet e madrasta do menino mais corajoso do mundo.
Dra. Erica Maia Alvarez
Erica é médica formada pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) desde 2013, com residência em Psiquiatria no Bairral, o maior complexo psiquiátrico da América Latina, onde obteve seu registro de especialista na área (CRM SP 164868 | RQE 64704).
Seu estudo complementar inclui cursos pelo Instituto de Psiquiatria da USP, como Terapia Cognitivo-Comportamental e Psicofarmacologia Avançada. Além disso, concluiu um MBA Executivo em Administração em Saúde pela FGV e atualmente está cursando pós-graduação lato sensu em Direito e Saúde pelo Einstein.
Com ampla experiência em diversos campos da saúde, tanto no cuidado direto ao paciente quanto na gestão de serviços de saúde, sua atuação se fundamenta na busca contínua por um equilíbrio seguro nas relações entre pacientes, profissionais de saúde e instituições. Seu trabalho é guiado pelo comprometimento com os aspectos éticos e legais da prática médica e por uma visão integrada do ecossistema da saúde.
Seu objetivo é proporcionar uma assistência cuidadosa e personalizada, que considera todas as dimensões do ser humano, focando essencialmente no cuidado da pessoa em sofrimento.
Na vida pessoal, Erica é entusiasta da música, da dança e da poesia. É casada, mãe de pet e madrasta do menino mais corajoso do mundo.
Perguntas frequentes
Quando devo procurar um Psiquiatra?
Você deve procurar um psiquiatra se estiver enfrentando sintomas persistentes de sofrimento mental, como depressão, ansiedade, alterações de humor, dificuldades de concentração, distúrbios do sono ou comportamentos que afetam negativamente sua vida diária. Sintomas físicos inexplicáveis também podem requerer uma avaliação psiquiátrica.
Como é a consulta em Psiquiatria?
A consulta psiquiátrica envolve uma avaliação detalhada de seu histórico médico, psicológico e social. Discutimos seus sintomas, experiências e preocupações para compreender melhor sua condição. Utilizamos essa informação para elaborar um plano de tratamento personalizado, que pode incluir medicação, psicoterapia ou outras intervenções.
A consulta em Psiquiatria tem direito a retorno?
Não, cada atendimento é único e contempla um procedimento completo de consulta, com nova coleta de informações, novo exame do estado psíquico, revisão diagnóstica e do planejamento terapêutico.
Aceita planos de saúde?
Não, mas você pode usar a nota fiscal de pagamento da consulta para solicitar reembolso junto a sua operadora de saúde.
Como são realizadas as consultas?
As consultas podem ser realizadas presencialmente em nosso consultório ou online através da plataforma de atendimento iClinic (você receberá o link no dia da consulta). A consulta presencial permite um exame clínico mais detalhado e proporciona mais oportunidades para fortalecer nosso vínculo terapêutico.
Quanto tempo dura o acompanhamento psiquiátrico?
A duração do acompanhamento psiquiátrico varia conforme a condição e as necessidades individuais do paciente. Alguns podem necessitar de acompanhamento a longo prazo, enquanto outros podem se beneficiar de um período mais curto de tratamento. A duração será determinada em conjunto, com base na evolução e nos objetivos do tratamento.
Para as doenças mais comuns, em média, um tratamento inicial bem-sucedido para um caso leve, em que o paciente aderiu conforme orientação, principalmente se combinado com psicoterapia e mudanças do estilo de vida, pode durar entre 6 a 9 meses.
De modo geral, para saúde mental não usamos a ideia de cura, mas sim de controle de sintomas. Algumas condições exigem tratamento contínuo que pode durar por toda vida. Assim como acontece com doenças como diabetes e pressão alta, por exemplo.
Qual a frequência necessária para as consultas psiquiátricas?
A frequência das consultas depende da gravidade e da natureza da condição tratada. Inicialmente, as consultas podem ser mais frequentes, semanalmente ou quinzenalmente. Com a estabilização da condição, as consultas podem ser espaçadas para intervalos mensais ou até mais longos, conforme a necessidade do paciente.
Medicamentos psiquiátricos causam dependência?
A maioria dos medicamentos psiquiátricos não causa dependência. No entanto, alguns tipos específicos de medicações podem ter potencial de dependência se usados por longos períodos. Estes e outros riscos associados ao uso de medicamentos serão discutidos na consulta em momento oportuno, assim como também discutiremos sobre os seus benefícios.
O medicamento psiquiátrico vai me deixar “dopado”?
Os medicamentos psiquiátricos são projetados para aliviar sintomas e melhorar a qualidade de vida. Em alguns casos, pode haver efeitos colaterais iniciais. A revisão da prescrição é contínua e compartilhada com o paciente; escolheremos o formato que melhor se adaptar a você, minimizando efeitos indesejados e maximizando os benefícios.
Quando devo procurar terapia?
A PSICOTERAPIA é uma valiosa ferramenta terapêutica na área da saúde mental, com o objetivo de diminuir o sofrimento através do autoconhecimento e da melhora da gestão emocional. Na maioria dos casos, uma abordagem combinada (psicoterapia e uso de medicamento) tende a ser mais eficaz. Como ferramenta, pode ser aplicada por médicos psiquiatras ou psicólogos.
Qual a diferença entre psiquiatra e psicólogo?
O psiquiatra é um médico formado em Medicina com especialização em Psiquiatria, assim como outros médicos se especializam em áreas como pediatria, cardiologia ou ginecologia. Esse profissional está capacitado para diagnosticar doenças e tratar uma ampla variedade de transtornos mentais, utilizando tanto medicação quanto técnicas de psicoterapia (terapia).
O psicólogo é formado em Psicologia, uma área da ciência dedicada à saúde mental. Ele realiza diagnósticos psicológicos e trata o sofrimento emocional dos pacientes por meio de terapia e aconselhamento. Ao contrário do psiquiatra, o psicólogo não prescreve medicamentos e oferece suporte em situações que vão além da doença, como divórcio, luto, e outras mudanças de vida, criando um espaço seguro para o autoconhecimento e o crescimento pessoal.
É possível tratar apenas com um ou com outro? Dependendo da situação, sim. Casos que não configuram doença ou transtorno mental, ou casos leves de adoecimento (que não possuem indicação de uso de medicamento necessariamente), podem se beneficiar de forma suficiente com o tratamento psicológico. Casos moderados a graves têm indicação também do tratamento médico conjunto, sendo ambos complementares.
A decisão sobre a qual profissional recorrer em um primeiro momento depende de cada paciente e de cada situação que esse paciente vive. O tratamento conjunto com ambos os profissionais tende a trazer mais resolutividade (isto é, melhorar de forma mais rápida e duradoura).
O tratamento psiquiátrico é eficaz?
Sim, muitos pacientes encontram alívio significativo com o tratamento psiquiátrico, que pode incluir uma combinação de medicamentos, psicoterapia e mudanças no estilo de vida.
Ainda tem dúvidas?
Leia o conteúdo do Blog sobre saúde mental