Psiquiatria de intervenção: um mapa honesto das opções quando os antidepressivos não são suficientes
Existe um momento no cuidado de algumas pessoas com depressão em que os caminhos convencionais se esgotam. Dois, três, quatro antidepressivos tentados em doses e durações adequadas — e a resposta simplesmente não vem, ou vem apenas parcialmente. O sofrimento persiste, a funcionalidade está comprometida, e tanto o paciente quanto o médico se veem diante de uma pergunta que precisa de uma resposta mais complexa do que "vamos tentar mais um remédio".
É nesse ponto que a psiquiatria intervencionista entra em cena.